Às vésperas de eleição este jingle (dica do meu filho Felício) é o maior sucesso. Quase 100 mil views. VOTE NINGUÉM 3003
Só para descontrair porque voto é sério.
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
domingo, 26 de setembro de 2010
Pacóla banguela...

O jornalista - e há alguns anos advogado - José Francisco Pacóla foi setorista de Ponte Preta do Diário do Povo. Recém-formado e correspondente do jornal A Gazeta Esportiva em Mogi Mirim, veio a ocupar o meu lugar no jornal, quando fui promovido a subeditor. Toda a equipe de esportes se reuniu num café na rua Barão de Jaguara para aprovar o novo colega. Pacóla havia sido indicado por outro jornalista, Brasil de Oliveira, como ele de Mogi Mirim. O 'Brasa', enciclopédia do futebol, fez questão de participar da reunião. Brasil de Oliveira morreria alguns bons anos depois, deixando um vazio na sucursal de O Estado de S. Paulo em Campinas e no futebol. Era referência nacional.
No dia 14 eu revi o Pacóla no Giovanetti do Cambuí. Sentado em uma mesa diante de uma longa fila de amigos ele autografava O Teclado Banguela, livro em que reuniu crônicas do tempo que deu férias ao jornalismo.
Comprei o livro e fiquei algum tempo próximo da mesa de autógrafos, conversando com outros amigos dos tempos de Diário, Élcio Paiola, o Bozó e Paulo Cesar Nascimento. A fila não diminuía. Como tinha um compromisso logo em seguida, dei um abraço no jornalista-advogado e fui embora. Sem a dedicatória no livro. Semana passada recebi um e-mail de agradecimehnto do 'José Francisco', prometendo o autógrafo que não me dera. Algum dia ele assina, respondi.
Ontem terminei de ler O Teclado Banguela. Gostei muito. Pacóla fala pouco do futebol - não se esqueceu do Brasa e do seu Mogi Mirim, o time. Mas fala muito de fatos do dia, transformados em gostosos textos. Como só o Pacolinha sabe descrever.
Valeu Pacóla!
Saiba mais sobre o livro
Detalhe
Embora o professor de português do Pacola diga que Mogi Mirim se escreve Mojimirim, gosto mais da forma antiga. Como está na página do time de futebol do Pacóla e do Wilson Barros (seu ex-presidente, citado no livro quando de sua morte).
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Vídeos e fotos do porco no rolete
A gripe que se transformou em sinusite, confirmada hoje, não deixou que eu fizesse vídeos e foto em Borda da Mata ontem. Ai vão em homenagem à prima Rutinha - se não souber do que se trata veja posts anteriores. Veja mais fotos no Orkut.
ROBERTO
domingo, 19 de setembro de 2010
Montanhas de Minas...
A tosse insistia em não passar, apesar de toda a medicação para que ela fosse embora. Nessa situação deixei Campinas ontem à tarde após a chegada da minha querida esposa Sueli no meio da manhã - 4 da madrugada em Cumbica, vinda de Paris. Rumamos para Borda da Mata: eu, Su e os filhos Felício e Fabíola.
Antes do sol se por já estávamos na terrinha-mãe. Encontramos primos, primas, tias e tios. Muita alegria em um sítio que a prima Rutinha - lembram da sessentona? - arrumou para comemorar suas seis décadas. Lá nos Paredes, perto do Espraiado, nem celular pega. Em compensação tem estrela para qualquer lado que se olhe do céu. Nem dá para contar...
Comi à noite, entre tanta comida boa, picanha assada em uma caixa de tv de papelão pelo primo Dedé. Menos de uma hora e a delícia fazia a alegria de muitos. A começar pelo Dedé, filho do falecido primo Zezé e da (viva) Rosangela e sobrinho da Rutinha. Ainda não vi o Dedé hoje, domingo. Mas já soube que o porco que ele temperou ontem à noite foi colocado no rolete às 5 da manhã. Pela previsão dele às 14 horas a carne fica no ponto. Logo mais vou pros Paredes ver se previsão se confirma. E se ficou boa. E confirmar se Paredes se escreve mesmo como está aí atrás.
No hotel que estamos, o Vilage, o café da manhã foi com pão de queijo quentinho, queijo Minas e o café propriamente dito pra lá de bom. À mesa, farta com frutas, bolos, sucos e outras delícias de Minas, eu, Sueli e meu pai Marcílio. Não dava para ignorar as lindas montanhas de Minas e da Borda à nossa volta. Eu já fiz foto há alguns anos desta paisagem e resolvi repeti-la para ilustrar este texto. Digno de cartão postal. Confira se estou falando a verdade. A foto valepelo post...
Roberto Costa, de Minas e suas montanhas
Antes da foto agradeço algumas dezenas de amigos que passaram pelo post anterior
Antes do sol se por já estávamos na terrinha-mãe. Encontramos primos, primas, tias e tios. Muita alegria em um sítio que a prima Rutinha - lembram da sessentona? - arrumou para comemorar suas seis décadas. Lá nos Paredes, perto do Espraiado, nem celular pega. Em compensação tem estrela para qualquer lado que se olhe do céu. Nem dá para contar...
Comi à noite, entre tanta comida boa, picanha assada em uma caixa de tv de papelão pelo primo Dedé. Menos de uma hora e a delícia fazia a alegria de muitos. A começar pelo Dedé, filho do falecido primo Zezé e da (viva) Rosangela e sobrinho da Rutinha. Ainda não vi o Dedé hoje, domingo. Mas já soube que o porco que ele temperou ontem à noite foi colocado no rolete às 5 da manhã. Pela previsão dele às 14 horas a carne fica no ponto. Logo mais vou pros Paredes ver se previsão se confirma. E se ficou boa. E confirmar se Paredes se escreve mesmo como está aí atrás.
No hotel que estamos, o Vilage, o café da manhã foi com pão de queijo quentinho, queijo Minas e o café propriamente dito pra lá de bom. À mesa, farta com frutas, bolos, sucos e outras delícias de Minas, eu, Sueli e meu pai Marcílio. Não dava para ignorar as lindas montanhas de Minas e da Borda à nossa volta. Eu já fiz foto há alguns anos desta paisagem e resolvi repeti-la para ilustrar este texto. Digno de cartão postal. Confira se estou falando a verdade. A foto valepelo post...
Roberto Costa, de Minas e suas montanhas
Antes da foto agradeço algumas dezenas de amigos que passaram pelo post anterior
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
A gripe, o coração e a viagem dos 60
Quando a gripe te ataca, aiai... É o meu caso hoje. A 'bichinha' resolveu me visitar. Já vinha dando avisos desde segunda-feira. Ontem ela me tomou. Fui parar no pronto socorro do Vera Cruz com mal-estar, catarro, tosse seca e outras coisinhas que todo gripado conhece. Ainda mais nestes tempos de baixa umidade. A companhia da filha Fabíola minimizou as preocupações.
Por sorte fui bem medicado e até consigo dar forma a este post. Fiquei o dia em casa, tomando remédios. De vez em quando a tosse chegava e não parava mais. A sopa que a dona Vânia, vizinha da laje de baixo, me trouxe no começo da noite, deu ânimo. Deliciosa.
Usei algumas mídias sociais nestes dias para expressar meu amor pela Sueli. Inúmeras vezes postei a palavra 'coração' para me referir a ela no Orkut, no Twitter, no Face e no MSN. Meu amor está voltando. Meu coração bate mais forte. Muita saudade. Amanhã nos revemos.
Reencontro feito, nova missão que a saúde melhorada pode concretizar. Viajar para Borda da Mata (minha terra) e ali comemorar os 60 anos da prima Rutinha, que tem a mesma idade da minha irmã Cleide (entreguei). Muita festa por lá no domingo (começa amanhã) e um porco no rolete no domingo. Alegria total, junto com muitos familiares. Se possível com gripe controlada e coração do lado.
Segunda-feira tudo volta ao normal. Espero que a saúde também. Ai é outra história. Conto depois..
2010, 55 anos
Resolvi atualizar este blog. Faz tempo que estava parado. Os 52 (anos) de então hoje são 55.
Vou escrever pouco. Afinal, quase ninguém sabe deste blog e a gripe me pegou de jeito. No momento estou lendo "O teclado banguela" do amigo jornalista-e-advogado Jose Francisco Pacola. Espero terminar logo. Estou gostando. Breve falo mais do livro e do Roberto Costa aqui.
Fui...
Vou escrever pouco. Afinal, quase ninguém sabe deste blog e a gripe me pegou de jeito. No momento estou lendo "O teclado banguela" do amigo jornalista-e-advogado Jose Francisco Pacola. Espero terminar logo. Estou gostando. Breve falo mais do livro e do Roberto Costa aqui.
Fui...
Assinar:
Comentários (Atom)