Antes do sol se por já estávamos na terrinha-mãe. Encontramos primos, primas, tias e tios. Muita alegria em um sítio que a prima Rutinha - lembram da sessentona? - arrumou para comemorar suas seis décadas. Lá nos Paredes, perto do Espraiado, nem celular pega. Em compensação tem estrela para qualquer lado que se olhe do céu. Nem dá para contar...
Comi à noite, entre tanta comida boa, picanha assada em uma caixa de tv de papelão pelo primo Dedé. Menos de uma hora e a delícia fazia a alegria de muitos. A começar pelo Dedé, filho do falecido primo Zezé e da (viva) Rosangela e sobrinho da Rutinha. Ainda não vi o Dedé hoje, domingo. Mas já soube que o porco que ele temperou ontem à noite foi colocado no rolete às 5 da manhã. Pela previsão dele às 14 horas a carne fica no ponto. Logo mais vou pros Paredes ver se previsão se confirma. E se ficou boa. E confirmar se Paredes se escreve mesmo como está aí atrás.
No hotel que estamos, o Vilage, o café da manhã foi com pão de queijo quentinho, queijo Minas e o café propriamente dito pra lá de bom. À mesa, farta com frutas, bolos, sucos e outras delícias de Minas, eu, Sueli e meu pai Marcílio. Não dava para ignorar as lindas montanhas de Minas e da Borda à nossa volta. Eu já fiz foto há alguns anos desta paisagem e resolvi repeti-la para ilustrar este texto. Digno de cartão postal. Confira se estou falando a verdade. A foto valepelo post...
Roberto Costa, de Minas e suas montanhas
Antes da foto agradeço algumas dezenas de amigos que passaram pelo post anterior
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